VIDA LISBOETA
Amo a vida
Amo o sentido de existir
Poder sentir
Pulsar o coração
Todo o dia renascida
Olhar até ao horizonte
Onde uma curva serve de ponte
Ao meu sentido de navegação
Adoro sentir bem forte
O cheiro da erva molhada
Ouvir passos na calçada
E o burburinho da multidão
Ver janelas brilhando ao sol
Olhar o Tejo ,ver ao longe o farol
Sentir o vento passar
Carregado de perfumes a café e mar
Um frémito percorre o meu ser
Quero mergulhar no torvelinho humano
Fazer parte, viver
Num frenesim urbano
Olhar para a frente , esperançada
Olhar para trás e já não ver nada
O que doeu, o que sofri
Já não me lembro, já me esqueci.
sábado, 30 de maio de 2009
SONHOS
Sonhos são nuvens
Vagueiam no céu , desfazem-se em água
Lavam a mágoa
Causada pelo desdém
À indiferença enfrentam selvagens
Afoitos, amparados
Sempre reconfortados
Nos sonhos de alguém
Se sonhar é tão fácil
Como ousam dizer
Porquê, então, querer
Escolha mais razoável?
A razão surge da mente
O sonho vem do coração
Apesar de caber na palma da mão
Não há mundo que o sustente.
Sonhos são nuvens
Vagueiam no céu , desfazem-se em água
Lavam a mágoa
Causada pelo desdém
À indiferença enfrentam selvagens
Afoitos, amparados
Sempre reconfortados
Nos sonhos de alguém
Se sonhar é tão fácil
Como ousam dizer
Porquê, então, querer
Escolha mais razoável?
A razão surge da mente
O sonho vem do coração
Apesar de caber na palma da mão
Não há mundo que o sustente.
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